Set 2008...1:48 am

O psicossomatismo da moral – Parte 2

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Quando os indivíduos à beira desta periferia social começam a expor os pontos citados em estágios de multiplicidade – e simultaneamente -, o resultado esmera-se ao que podemos chamar de “loucura”. Mas esta loucura só será vista em seu estado laico por quem percebê-la como real.

E isto não precisa ser levado ao debate, pois a idéia de realidade terá de ser vista ao mesmo tempo que o estado “real” da moral questionada – o que pretende-se, enfim, agora, é perceber o indivíduo; vamos inferir pensamentos sobre o tema a seguir.

Na apreciação de uma nova forma de se entender como indivíduo, o homem questiona-se como pudera ser atingido pela antiga moral; e, neste passo, a antiga moral perde-se em seu entendimento pela falta de estrutura (forma e legitimidade), pois elucidam-se as razões pelas quais ela se desfez em sua mente.

A percepção não mais lhe dirige corretamente…

E diligentemente espera para ter um novo lapso temporal; e presume-se à sua espera a falta de labor de suas faculdades para entender o que se passa em tuas novas experiências.

(continua…)

3 Comentários

  • Excelente texto, Fê e já comentei com você via msn, então, deixo aqui só a parte final, de que eu vou ficar louco, sozinho e falando ao além, sentado numa cadeira de balanço azul e vermelha.

  • A realidade choca os mais sensíveis enquanto os mais resistentes só enxergam maneiras de lucrar com tudo, até com a miséria humana. Acredito que a sociedade tem, agora que vivemos um lampejo de desenvolvimento global em comunicação, a chance de valorizar a tolerância como maior virtude de qualquer moral. Ou não…

  • Será que sempre os valores serão essa forma de visão geral da sociedade? E que coisa mais extraordinária a forma como eles mudam.

    Como eu disse no msn, imposível não pensar no “admirável mundo novo” como exemplo de tudo isso.

    Muito interessante o seu texto, fê!


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