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	<title>A (in)sustentável leveza do ser(?)</title>
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		<title>A (in)sustentável leveza do ser(?)</title>
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		<title>O psicossomatismo da moral &#8211; Parte 3</title>
		<link>http://felipefortes.wordpress.com/2008/09/04/o-psicossomatismo-da-moral-parte-3/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 05:54:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos filosóficos]]></category>

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		<description><![CDATA[Dos pontos apresentados anteriormente como as &#8220;qualificações de seres que não se suportam mais como seres sociáveis&#8221; (ver O psicossomatismo da moral &#8211; Parte I ), não iremos entendê-los apenas como citações breves. O poder que neles foi conferido é &#8230; <a href="http://felipefortes.wordpress.com/2008/09/04/o-psicossomatismo-da-moral-parte-3/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=felipefortes.wordpress.com&amp;blog=4655693&amp;post=22&amp;subd=felipefortes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Dos pontos apresentados anteriormente como as &#8220;qualificações de seres que não se suportam mais como seres sociáveis&#8221; (ver</span><em><span> O psicossomatismo da moral &#8211; Parte I </span></em><span>), não iremos entendê-los apenas como citações breves. O poder que neles foi conferido é maior do que o meu próprio entendimento do assunto, ora por pensar que esta questão é demasiadamente densa para o que se está observando, ora por dizer a mim mesmo que teria de fazer muitas pontes para traduzir o pensamento o qual habita verdadeiramente em meu ser.</span></p>
<p class="western">Com isso, então, começo a tentar decifrá-los sem me preocupar com acertos ou erros. Irei discutir a idéia em pontos seqüenciais para não sugestionar demais, e nem inferir mais do que o necessário.</p>
<p class="western">De início, temos o primeiro ponto que comenta a incompreensão do homem de si mesmo, sempre a procurar os esconderijos para as suas desilusões. E nesta forma de fuga de seu íntimo tenta sobressair sobre a sua própria forma, de acordo com a revolta ou com o ímpeto que lhe vier a ser próprio.</p>
<p class="western">No segundo ponto, entretanto, não podemos mais dizer que o homem se esconde; ele tenta espreitar sua própria condição para que sinta-se, enfim, poderoso suficiente a julgar e questionar os outros seres humanos em suas atitudes e discernimentos. Mas ainda tenta proteger-se do que desprende de si, como uma onda que tenta tocar a praia sem antes atravessar o mar.</p>
<p class="western">Por fim, mas não encerrando o tema, talvez a maior contemplação de incapacidade de que o homem em crise do pensamento moral pode atingir: a falsa sensação de ubiqüidade. E esta sensação acompanhada de todas as produções pífias de suas tormentas (pseudônimos negativos), adjuntas ao medo de vislumbrá-las em teu meio são instrumentos de mais crises e indisposições sociais &#8211; mesmo que ele não mais se entenda como um ser socialmente aceito, pois isso, em seu campo de visão, não lhe é mais preciso.</p>
<p class="western">A partir desta explanação, a questão passa a ser em como ele poderá conviver sem limites e regras, de acordo com as suas atitudes, sendo disposto em vários de si mesmo sem controle de existência e materialização, sem entendimento e ligação entre eles. Como ele terá meios de encontrar-se novamente em si senão por findar-se no esgotamento de sua essência atual e confluir, juntamente com novas idéias e pensamentos, até a percepção de uma nova aura construtiva. E, com a produção em larga escala de todas as vias que, de fato, irão submetê-lo ao evento cuja função será revelar quem ele é &#8211; mesmo com seus EU&#8217;s em exercício &#8211; para ele mesmo, teremos de remeter-nos à idéia de realidade e de moralidade real.</p>
<p class="western">(continua&#8230;)</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/felipefortes.wordpress.com/22/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/felipefortes.wordpress.com/22/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/felipefortes.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/felipefortes.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/felipefortes.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/felipefortes.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/felipefortes.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/felipefortes.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/felipefortes.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/felipefortes.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/felipefortes.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/felipefortes.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/felipefortes.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/felipefortes.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/felipefortes.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/felipefortes.wordpress.com/22/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=felipefortes.wordpress.com&amp;blog=4655693&amp;post=22&amp;subd=felipefortes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O psicossomatismo da moral &#8211; Parte 2</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 01:48:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos filosóficos]]></category>

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		<description><![CDATA[  Quando os indivíduos à beira desta periferia social começam a expor os pontos citados em estágios de multiplicidade &#8211; e simultaneamente -, o resultado esmera-se ao que podemos chamar de &#8220;loucura&#8221;. Mas esta loucura só será vista em seu &#8230; <a href="http://felipefortes.wordpress.com/2008/09/01/o-psicossomatismo-da-moral-parte-2/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=felipefortes.wordpress.com&amp;blog=4655693&amp;post=15&amp;subd=felipefortes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p><span>Quando os indivíduos à beira desta periferia social começam a expor os pontos citados em estágios de multiplicidade &#8211; e simultaneamente -, o resultado esmera-se ao que podemos chamar de &#8220;loucura&#8221;. Mas esta loucura só será vista em seu estado laico por quem percebê-la como real.</span></p>
<p class="western">E isto não precisa ser levado ao debate, pois a idéia de realidade terá de ser vista ao mesmo tempo que o estado &#8220;real&#8221; da moral questionada &#8211; o que pretende-se, enfim, agora, é perceber o indivíduo; vamos inferir pensamentos sobre o tema a seguir.</p>
<p class="western">Na apreciação de uma nova forma de se entender como indivíduo, o homem questiona-se como pudera ser atingido pela antiga moral; e, neste passo, a antiga moral perde-se em seu entendimento pela falta de estrutura (forma e legitimidade), pois elucidam-se as razões pelas quais ela se desfez em sua mente.</p>
<p class="western">A percepção não mais lhe dirige corretamente&#8230;</p>
<p class="western">E diligentemente espera para ter um novo lapso temporal; e presume-se à sua espera a falta de labor de suas faculdades para entender o que se passa em tuas novas experiências.</p>
<p class="western">(continua&#8230;)</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/felipefortes.wordpress.com/15/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/felipefortes.wordpress.com/15/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/felipefortes.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/felipefortes.wordpress.com/15/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/felipefortes.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/felipefortes.wordpress.com/15/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/felipefortes.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/felipefortes.wordpress.com/15/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/felipefortes.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/felipefortes.wordpress.com/15/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/felipefortes.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/felipefortes.wordpress.com/15/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/felipefortes.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/felipefortes.wordpress.com/15/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/felipefortes.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/felipefortes.wordpress.com/15/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=felipefortes.wordpress.com&amp;blog=4655693&amp;post=15&amp;subd=felipefortes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O psicossomatismo da moral &#8211; Parte 1</title>
		<link>http://felipefortes.wordpress.com/2008/08/30/o-psicossomatismo-da-moral-parte-1/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Aug 2008 19:59:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos filosóficos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Certos de que o ferimento (mental) está se agravando a cada dia, os seres humanos não disputam com o senso a busca do estado próspero de consciência. E a consciência humana aproxima-se da equalização exata para a manipulação de suas &#8230; <a href="http://felipefortes.wordpress.com/2008/08/30/o-psicossomatismo-da-moral-parte-1/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=felipefortes.wordpress.com&amp;blog=4655693&amp;post=11&amp;subd=felipefortes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<blockquote class="western">
<blockquote>
<blockquote class="western"><p><strong>&#8220;Certos de que o ferimento (mental) está se agravando a cada dia, os seres humanos não disputam com o senso a busca do estado próspero de consciência. E a consciência humana aproxima-se da equalização exata para a manipulação de suas ondas e, por conseguinte, a sua própria manipulação.&#8221;</strong></p></blockquote>
<p class="western" style="text-align:left;">Um ponto em questão me intriga: o que passamos a perceber, neste atual momento, como valores morais? Eles, os quais sempre redigiram a nossa história de vida&#8230; o que houve?</p>
<p class="western" style="text-align:left;">Sabemos, antes, com tamanho apelo, que sempre houve um lapso de desconforto por parte da sociedade em relação aos debates sobre alguns temas &#8220;imutáveis&#8221; (a religião e seu absolutismo na idade média; a ética presente na acepção do iluminismo; e a dubialização da moral em grande parte da formação da sociedade capitalista vigente).</p>
<p class="western" style="text-align:left;">Mas, no viés destas colocações, o que ainda me instiga é o motivo pelo qual a moral se transforma tão ferozmente&#8230;</p>
<p class="western" style="text-align:left;">Nietzsche, em sua obra &#8220;Genealogia da Moral: uma Polêmica&#8221;, cita logo de início suas questões que o levariam a dissertar sobre o livro<em>: </em>em quais condições o homem inventou os juízos de valor expressos nas palavras bem e mal? E que valor possuem tais juízos? Estimularam ou barraram o desenvolvimento até hoje? São signos de indigência, de empobrecimento, de degeneração da vida?</p>
<p class="western" style="text-align:left;"><em>A priori</em>, se formos entender o que está sendo proposto &#8211; não por intermédio de Nietzsche -, a moral foi construída para<strong> </strong>que certas regulamentações sociais pudessem estabelecer-se como algo sustentável através dos tempos; que fosse entendida para qualificar os seres aos postos mais adequados dentro de uma sociedade; e a mensuração de ações (bem e mal) deveria condicionar os indivíduos (juízos) aos próprios paradigmas e não deixá-los livres &#8211; tendo ações que insultem a sociedade moral instituída &#8211; para o &#8220;bem-estar&#8221; (signo) de todos.</p>
<p class="western" style="text-align:left;">Mas ao passo que esta sustentabilidade, então, não seria mais plena caso um indivíduo tivesse um &#8220;desvio de estado&#8221; às custas daquela instituição (moral), aquela posição estaria fora dos padrões que ela mesma sustentara. Os mediadores das regulamentações morais estariam predispostos a inviabilizar a ação daqueles que não mais seguem-nas à risca.</p>
<p class="western" style="text-align:left;">E, neste ponto, quando de si o homem não mais se infere referências, quando a moral perde-se juntamente com outras condições de regulamentação (ética e religião), quais seriam as chances de encontrar-se novamente no âmbito sócio-moral adequado?</p>
<p class="western" style="text-align:left;">Vejamos três pontos:</p>
<p class="western" style="text-align:left;">1. a necessidade de impor-se como forma justa da oposição que de si não se conforta;</p>
<p class="western" style="text-align:left;">2. a necessidade de ser impessoal justificada em ações contra as faculdades de terceiros;</p>
<p class="western" style="text-align:left;">3. o irreconhecimento e criação de EU&#8217;s como forma de esconder-se de sua própria aceitação.</p>
</blockquote>
<p class="western" style="text-align:left;">Os pontos citados seriam, ao meu ver, qualificações de seres que não se suportam mais como seres sociáveis, e condicionam-se aos periféricos caminhos sociais a fim de mobilizar razões justificáveis para suas atitudes.</p>
<blockquote>
<p class="western" style="text-align:left;">(continua&#8230;)</p>
</blockquote>
</blockquote>
</blockquote>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/felipefortes.wordpress.com/11/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/felipefortes.wordpress.com/11/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/felipefortes.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/felipefortes.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/felipefortes.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/felipefortes.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/felipefortes.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/felipefortes.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/felipefortes.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/felipefortes.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/felipefortes.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/felipefortes.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/felipefortes.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/felipefortes.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/felipefortes.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/felipefortes.wordpress.com/11/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=felipefortes.wordpress.com&amp;blog=4655693&amp;post=11&amp;subd=felipefortes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Conjugação Esperta</title>
		<link>http://felipefortes.wordpress.com/2008/08/29/conjugacao-esperta/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 18:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma aula de didática com poucas palavras  &#8211; pois sempre disse que a inteligência é um ponto em questão em meio a uma busca &#8220;mercadológica&#8221; pelo conhecimento. Segue a escrita que recebi há pouco: Era uma escola rural. Reginaldo, aluno &#8230; <a href="http://felipefortes.wordpress.com/2008/08/29/conjugacao-esperta/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=felipefortes.wordpress.com&amp;blog=4655693&amp;post=7&amp;subd=felipefortes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size:10pt;color:#333333;">Uma aula de didática com poucas palavras  &#8211; pois s</span><span style="font-size:10pt;color:#333333;">empre disse que a inteligência é um ponto em questão em meio a uma busca &#8220;mercadológica&#8221; pelo conhecimento.</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:10pt;color:#333333;">Segue a escrita que recebi há pouco:</span></strong></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;">Era uma escola rural. Reginaldo, aluno matreiro. Usava pitadas de humor, que, além de tornar mais interessantes as nossas aulas, revelavam o quanto era inteligente.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;">Naquela dia eu perguntava à classe como era classificado o &#8220;aqui&#8221;. Reginaldo, sem titubear, respondeu antes de os colegas raciocinarem.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;">— É verbo.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;">— Hmm! Pois se é verbo — disse eu —, conjugue. Voz bem alta, pra todo mundo aprender, gracinha de garoto&#8230;</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;">O rapazinho, olhar maroto, ficou de pé, fechou os olhos e atendeu ao pedido, meio sério, meio riso abafado:</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;">— Eu aqui, tu ali, ela lá. Nós aquém, vós além, eles acolém.</span></p>
<p> </p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;">                                                         <em>Muito obrigado, Katiana.<br />
                                                         sempre me servindo de textos ricos e com ótimo humor.</em>  </span></p>
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		<title>Primeiro Passo</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 06:22:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Add new tag]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre precisamos de algum passo à frente para se começar uma caminhada, seja ele advindo da perna direita ou esquerda. Mas o velho senso comum nos diz que começar com a perna esquerda nos dá azar. Se isso é verdade, &#8230; <a href="http://felipefortes.wordpress.com/2008/08/29/primeiro-passo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=felipefortes.wordpress.com&amp;blog=4655693&amp;post=5&amp;subd=felipefortes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre precisamos de algum passo à frente para se começar uma caminhada, seja ele advindo da perna direita ou esquerda. Mas o velho senso comum nos diz que começar com a perna esquerda nos dá azar. Se isso é verdade, eu não sei&#8230;</p>
<p>Sou destro. Não consigo escrever com a mão esquerda de jeito maneira. Mas chuto bola &#8211; ou latinha, pedrinha, amigo falso - com o pé esquerdo.</p>
<p>Quando nadava, tinha maior velocidade ao respirar pelo lado esquerdo.</p>
<p>Ao tocar violão, guitarra ou baixo, a mão direita é mais lenta do que a esquerda.</p>
<p>Já na bateria é diferente&#8230;</p>
<p>Enfim. Se fosse fazer uma análise matemática simples, diria que o meu lado esquerdo me favorece mais. Pois as coisas que faço com o lado esquerdo estão em maior número.</p>
<p>E neste ritmo é que levamos a vida, sempre a buscar um equilíbrio para as nossas coisas. E procuramos entender o que nos seria válido para iniciar ou findar um pensamento ou uma atitude. Do levantar abrupto pela manhã ao deitar moroso da noite, estamos, diariamente, a buscar uma primeira alternativa para as nossas ações, para os nosso pensamentos e aflições.</p>
<p>Espero, nestes dias em que me for possível &#8211; ou válido &#8211; postar neste BLOG, mostrar um pouco do que penso ser plausível para determinarmos um pensamento linear e livre das amarras deste nosso ciclo vicioso chamado &#8220;sociedade&#8221;. Espero, também, abrir um viés poético de nossas vidas.</p>
<p>Não quero expor minha vida, somente. Quero expor o que vejo, percebo, analiso. E seja o que for para ser.</p>
<p>Até mais!</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/felipefortes.wordpress.com/5/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/felipefortes.wordpress.com/5/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/felipefortes.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/felipefortes.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/felipefortes.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/felipefortes.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/felipefortes.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/felipefortes.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/felipefortes.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/felipefortes.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/felipefortes.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/felipefortes.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/felipefortes.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/felipefortes.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/felipefortes.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/felipefortes.wordpress.com/5/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=felipefortes.wordpress.com&amp;blog=4655693&amp;post=5&amp;subd=felipefortes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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